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Diogo Rodrigues

 

Diogo Rodrigues

Médico Psiquiatra

 

Enquanto médico psiquiatra, considero essencial que cada momento de partilha seja vivido num espaço de confiança, autenticidade e respeito pela autonomia. Acredito que o trabalho em saúde mental deve ir além do alívio sintomático — deve promover a melhoria da qualidade de vida, do autoconhecimento e uma maior integração na vida pessoal, familiar e social.

A minha prática baseia-se num modelo biopsicossocial, que procura equilibrar a ciência e a relação humana, compreendendo cada pessoa, história e contexto.

 

Formação Académica e Experiência Profissional
  • Médico, licenciado pela Faculdade de Medicina da Universidade Nova de Lisboa.
  • Assistente Hospitalar de Psiquiatria, tendo feito o Internato de Formação Específica na Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental.
  • Formação pós-graduada em Gestão em Saúde (NOVA SBE) e em Saúde Mental Global (Lisbon International Global Mental Health Course).
  • Investigador em modelos comunitários de saúde mental, avaliação de resultados em saúde (VBHC) e integração de cuidados. Experiência em vários contextos clínicos, incluindo:
  • Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental (ULSLO) — Psiquiatria de Adultos;
  • Equipa Comunitária de Saúde Mental de Oeiras — intervenção clínica e desenvolvimento de projetos comunitários; intervenção sub-especializada em Psiquiatria Geriátrica; – Equipa Comunitária de Saúde Mental de Dafundo — intervenção clínica, desenvolvimento de projetos comunitários e tutoria de estágios de profissionalizantes em Medicina e de Médicos Internos de Formação Específica em Psiquiatria;
  • Colaboração com equipas hospitalares e universitárias em projetos de investigação e formação médica. – Abordagem Terapêutica e Valores;
  • Avaliação e acompanhamento psicofarmacológica com evidência científica;
  • Integração entre abordagem psicofarmacológica em articulação com outras valências da saúde, nomeadamente exercício físico, suplementação alimentar;
  • Enfoque em modelos de promoção da recuperação funcional;
  • Trabalho articulado com equipas multidisciplinares;
  • Valorização da aliança terapêutica e da decisão partilhada..
Áreas de Intervenção
  • Adultos com perturbações de ansiedade, depressivas ou do espectro bipolar;
  • Adultos com perturbações psicóticas
  • Alterações do comportamento em pessoas idosas ou em demências;
  • Pessoas em situações de stress ocupacional ou burnout;
  • Doentes com perturbações de personalidade ou dificuldades de regulação emocional .